top of page

Serviço e compartilhamento: o consumo em prol da sustentabilidade


Você já escolheu consumir em prol da sustentabilidade?

 


No Elas & Tal dessa semana conversamos sobre um tema que tem se destacado na mídia e resolvemos trazer o programa sobre serviços e compartilhamento e o consumo em prol da sustentabilidade.

 

Sabe aquele objeto que está sem uso há muito tempo? Alguém pode precisar dele. Por que não trocá-lo por algo útil para você?

Essa é a primeira pergunta a ser feita quando pensamos em alternativas de consumo sustentáveis.


Com a proposta de minimizar o consumo excessivo, os serviços de trocas e compartilhamentos favorecem a redução de gastos, pois geram menor impacto ambiental ao estimular a troca de produtos em vez da compra.


Essa é aquela velha tendência atualizada... até porque lá trás com a chegada ao Novo Mundo em 1492, os navegadores europeus já iniciaram a prática do escambo devido à necessidade de alimentos e de informações para a sobrevivência dos viajantes... podemos dizer que estamos resgatando algo de mais de 500 anos atrás.

Atualmente alguns aplicativos como o Troca do Bem aproveitam do conceito e partem da premissa que, reduzir o número de compras e minimizar o consumo excessivo é a melhor forma de diminuir o impacto ambiental, além de ajudar a mudar hábitos!


O app saiu do ar mas a lógica não... a questão é mais atual que nunca, existe uma mudança de comportamento urgente e necessária.

Nesse novo modelo de consumo que falamos com a Thaisa Bogoni, publicitária, especialista em Marketing e Gestão de Projetos com mais de 15 anos de experiência de mercado e que foca seus estudos em consumo sustentável e slow fashion, ficou claro que as trocas e compartilhamentos permitem que as pessoas obtenham os produtos que desejam sem gastar dinheiro – e nesse contexto a economia circular ganha força, já que ela busca mudar a maneira de consumo, fazendo com que um mesmo produto ganhe valor por mais tempo no mercado.


Na conversa entendemos a necessidade das empresas se adequarem e avaliarem boas práticas para usufruir do “escambo 2.0”.


Existem bons exemplos que se destacam no mercado e, de forma genuína se posicionam de maneira diferenciada priorizando o consumidor que hoje está fazendo suas escolhas considerando preço mas também afinidades aos seus valores.

Vale lembrar que se a empresa diz que ESG é importante, o melhor jeito de fugir do greenwashing é entender em que medida as questões sociais, ambientais e de governança estão inseridas no seu dia a dia ou talvez em um planejamento seja ele de curto ou longo prazo.O fato é ninguém mais aceita só o “speeche”… tem que praticar.


Temos vários exemplos legais de empresas inseridas de forma positiva no ESG, mas por aqui vale a pene concentrar nas iniciativas sustentáveis do Rock in Rio que foram incríveis.

Podíamos citar várias, mas so o fato deles reciclarem os resíduos dos pós – show e transformá-los em novas embalagens de produtos já é muito legal e, permite enxergar que além de assistir a verdadeiros espetáculos, estando ali você faz parte de uma possibilidade de mudança de comportamento e conscientização que o impacto positivo pode causar ... isso é algo transformador.


Pensa bem quais mudanças você está disposto a fazer e como enxerga as transformações que vieram para ficar.

Pequenas atitudes fazem diferença: o novo desejo de consumo não precisa significar a compra de algo novo a gente pode Reduzir, Repensar, Reaproveitar Reciclar e Reusar .. sim essa é a base da Economia Circular... mas essa é outra conversa.


Por Sâmara Merrighi

21 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo
bottom of page