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EMPREENDEDORISMO FEMININO – LUGAR DE PROTAGONISMO

Atualizado: 26 de nov. de 2021

Porque países liderados por mulheres se saíram melhor na luta contra a COVID-19?

Eles têm uma coisa em comum - mulheres no coimando. Islândia, Taiwan, Finlândia, Dinamarca, Nova Zelândia e Alemanha, são liderados por gestoras que impressionam na maneira de exercer o poder. Todas levaram a sério o problema que tinham em mãos e adotaram, rapidamente, estratégias para proteger a população de seu país.

Mulheres são boas administrando crises, pois são capazes de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, como gerir adversidades no cotidiano.


Tsaig-Ing-Wen, de Taiwan, por exemplo, ao primeiro sinal da doença, em janeiro de 2020, adotou 124 medidas sem ter que decretar isolamento.

A Islândia, sob o comando de Katrin Jakon-Bsdottir, ofereceu testes gratuitos a todos os cidadãos.

Jacinda Ardern, da Nova Zelândia, impôs o auto isolamento às pessoas quando havia apenas seis casos em todo o país e fez pronunciamentos constantes, na televisão e nas redes sociais, reforçando a importância das medidas tomadas. Ao ser questionada por uma criança sobre se o coelhinho da páscoa poderia trabalhar, Jacinda disse que ele e a fada dos dentes eram trabalhadores essenciais.


As líderes femininas se saíram melhores porque mostraram, especialmente na Nova Zelândia, qualidades de liderança distintas como empatia, compaixão e escuta. Elas também são mais propensas à colaboração, muito diferente dos discursos de guerra que ouvimos. A sensibilidade existe, também para adaptar as mensagens aos diferentes públicos.

Sanna-Marin, de 34 anos, primeira-ministra da Finlândia, percebeu que nem todos assistem ao noticiário e usou influenciadores de redes sociais como multiplicadores de informação.

A primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, fez uma coletiva de imprensa apenas para crianças e explicou que, se os pequenos estivessem com medo, não haveria problema.

Os bons resultados dessas líderes – como a Alemanha de Angela Merkel, por exemplo, que foi um dos primeiros países europeus a flexibilizar o isolamento - podem ser atribuídos a um punhado de habilidades femininas. Elas possuem uma comunicação acolhedora e orientada para as pessoas, mas não por serem mulheres, pois podemos ter homens com essas mesmas características, e não se sentem pressionadas a demonstrar que estão sempre no controle.

O futuro pertence às mulheres que estão de corpo e alma na arena da vida, que lutam bravamente pelos seus sonhos, que erram e reconhecem, que aprendem e recomeçam, que se dedicam à sua família e aos seus amigos, que se entregam aos desafios sem medo, que limpam o suor do rosto e passam o seu melhor batom, que se dedicam a uma causa digna e, que sabem muito bem que, se fracassarem, elas fracassam olhando para frente e de cabeça erguida.

Essa nova mulher é a protagonista da história dela.


Despertar o desejo de ampliar conhecimento, de desenvolver-se, de desafiar-se para o novo e para o desconhecido, ser protagonista da sua própria história e ir além das suas expectativas, é um dos grandes desafios das mulheres empreendedoras. E uma das características principais dessas profissionais é a proatividade, ou seja, é não esperar que as coisas aconteçam, é ter visão de futuro e caminhar em direção a ele.


Hoje nosso post vem em nome do @sebraedelas.minas , já que nossa founder

@SamMerrighi e @AleAlkmim, foram convidadas para falar com você que é EMPREENDEDORA!!

Dia 01 de dezembro às 19h o SEBRAE DELAS fará um evento on-line e gratuito.

Queremos convidar todas vocês que são empreendedoras a participarem com a gente!!!


Inscrições no link abaixo:

https://delas.sebraemg.com.br/


por Alessandra Alkmim e Sâmara Merrighi


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