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Ecomaterioteca: acervo de materiais responsáveis da indústria brasileira para moda e design.


Denise Frade e Gabriela Schott (imagem de divulgação)

Somos a Ecomaterioteca, uma empresa sediada em Belo Horizonte, MG, que conta com um acervo itinerante e em constante renovação, onde estão sendo reunidos, catalogados e classificados os materiais responsáveis da indústria brasileira, com a intenção de fomentar práticas sistêmicas de produção de vestuário e acessórios de moda, bem como de produtos de design.


Estão disponíveis na Ecomaterioteca mais de 800 artigos diferentes entre fios, tecidos, telas, aviamentos, etiquetas, embalagens e componentes ecológicos, biodegradáveis, orgânicos, sustentáveis e biotêxteis de mais de 40 fornecedores que investem em matérias-primas de melhor impacto socioambiental.


O objetivo principal é socializar e democratizar o conhecimento, a pesquisa e a inovação de práticas sustentáveis utilizando os ECO materiais têxteis e não têxteis disponíveis no mercado nacional. A Ecomaterioteca torna-se uma ponte entre a indústria têxtil e a indústria de confecção, entre a academia e o mercado, entre o mercado e o consumidor ao propor a discussão sobre as possibilidades da moda responsável, disponibilizando o conhecimento sobre novas formas de criar produtos de design mais sustentável.


Entre os serviços que a Ecomaterioteca disponibiliza estão a consultoria que envolve a apresentação dos materiais, auxílio na escolha dos itens de acordo com o propósito da marca; projetos de coleções focadas nas práticas mais sustentáveis; palestras e oficinas de capacitação e mentoria para a criação de marcas de melhor impacto. Além disso, vendemos os kits (cortes padronizados de 4 metros cada) de tecidos responsáveis para experimentação e pilotagem de peças.


E os novos negócios da Moda têm que se pautar em estar a serviço da transformação socioambiental. Acreditamos que o futuro da Moda é Circular, pois esta é a única forma de manter um sistema que foi implementado pelo capitalismo selvagem e que deverá caminhar para um capitalismo inclusivo e mais sustentável.


Por Gabriela Schott

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