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A nossa primeira edição de verão e circulamos pelo assunto: O clima, o futuro e o ano de 2022.


Elas&Tal apresentado por Ale Alkmim e Sam Merrighi

Um tema amplo, mas necessário e adequado para este momento.

A cop 26 aconteceu no final de 2021 em Glasgow, na Escócia, onde reuniu empresas, governos e organizações da sociedade civil de mais de 200 países.

Sob a presidência do reino unido, as nações buscaram acordos em torno de um objetivo em comum: Definir planos e caminhos concretos para manter viva a meta do acordo de paris, de limitar o aumento da temperatura média global a 1,5°c acima dos níveis pré-industriais até o final do século.


E para falar sobre isso com a gente convidamos uma pessoa muito especial que já tem muito tempo que queríamos trazer no nosso programa Kathelyn Nunes.


Convidada Kathelyn Nunes

Formada em geologia pela UFRJ, de onde vem sua paixão por esse planeta que nos sustenta. fez uma graduação sanduiche na Inglaterra onde ajudou na instalação de placas solares para o monitoramento de um vulcão na Grécia. voltando ao brasil fez um MBA em gestão de projetos, que hoje é sua principal atuação inclusive no voluntariado. é consultora lixo zero e foi a primeira embaixadora lixo zero de nova Iguaçu, sua cidade natal no RJ e onde atua em diversas frentes para a sustentabilidade na gestão de resíduos e economia circular, inclusive no mundo na moda, em sua passagem pelo portal Ecoera, fruto do movimento Ecoera de Chiara Gadaleta, de quem foi aluna e também colaboradora.

Recentemente também se tornou uma líder climática, pelo Climate Reality Project - uma organização global fundada pelo prêmio Nobel da paz al gore na defesa do clima.


Após dois anos de espera... falava-se em ter a “COP das COP's´” com compromissos globais como o combate ao desmatamento, redução na emissão de gases metano, introdução de tecnologias visando a redução de custos para utilização de energia verde , acordo de gigantes, fim da extração de petróleo e gás e dos carros movidos a combustíveis fosseis até a eliminação da energia a carvão quando minutos antes, o texto final do acordo, freneticamente negociado por delegações de mais de 200 países ao longo de duas semanas, sofreu uma alteração crítica de última hora: Batizado de “pacto climático de Glasgow”, o acordo menciona que o mundo deve se comprometer com uma “redução gradual” do carvão, em vez de adotar a expressão “eliminação progressiva”, como constava nos rascunhos anteriores.


Como nosso consumo tem relação com um clima tão ruim?

Estamos na década da ação, e além de desenvolver soluções precisamos que sejam em prol do planeta e da nossa sobrevivência.

temos que observar nosso modelo econômico esta sempre incentivando o consumo excessivo e que tem levado nosso planeta ao limite e a escassez de recursos.


Pensando em práticas ESG o que você tem visto de inovação nas diferentes áreas que beneficiam?

O tripé da sustentabilidade está repaginado com o ESG.

porém temos que agir de forma ampla, e imediata uma vez que o desafio é grande e o tempo é curto, mas as oportunidades são proporcionais à dificuldade do cenário.

Como sempre, quem sai na frente tem vantagens competitivas e pode definir as tendências.


É aí que reside nossa esperança. Os chamados “cisnes verdes” - novas soluções sistêmicas para desafios globais. Elas poderão ser escaladas e aplicadas com velocidade para reverter danos e gerar valor compartilhado sem efeitos colaterais.


Definitivamente a frase a união faz a força tem muito sentido nesse momento e muitas vozes foram ouvidas e estão reverberando mundo a fora.


Trazendo agora bons exemplos de toda essa inovação para lugares e o que está acontecendo mundo você acredita que somos todos Agentes de Transformação?

Somos todos agentes de transformação, e a cop-26 mostrou de forma muito objetiva com a participação ativa e inédita da sociedade civil.

Com representantes de diversos segmentos como empresas, investidores, governos, povos indígenas, ONG´s, ativistas...

Todos estavam abertos para esse momento, teve engajamento e presença.


Ou seja “escala”, “impacto” e “velocidade”, termos comuns no mundo da inovação e do empreendedorismo estão na mesa porque chegamos a um ponto em que esses aspectos são fundamentais para a manutenção de condições mínimas de sobrevivência para a humanidade.


E como disse: Shirley Krenak, indígena do vale do rio doce “O mundo não vai acabar. o que vai acabar é a humanidade. a terra tem o poder de regeneração, o humano não”.


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por Sâmara Merrighi

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